Falar sobre dívidas não costuma ser gostoso, mas é o primeiro passo para enfrentá-las. Então, respire fundo e continue por aqui para entender mais sobre elas para, assim, evitá-las!
Bom, você já deve ter ouvido falar dos termos endividamento e inadimplência, não é mesmo? Eles são bastante usados nos assuntos relacionados a economia e finanças pessoais, mas nem sempre fica claro que não se trata da mesma coisa.
O bacana de você saber a diferença entre eles é entender que nem toda dívida é ruim em si. Além disso, você vai conseguir compreender em que cenário você está. Vamos lá!
O que é endividamento?
Quando surgem notícias sobre o índice de endividamento das pessoas, qualquer um de nós que possui uma parcela a pagar faz parte desta estatística, sabia?
Calma! Deixa eu explicar melhor: quem tem parcelas com vencimento futuro, como uma compra parcelada no cartão de crédito ou um financiamento imobiliário, por exemplo, possui uma dívida. Afinal, dívida é quando fazemos uma aquisição no presente com uma promessa de pagamento futura.
Portanto, o endividamento em si não é o problema. Quase todos que participam do sistema econômico possuem dívidas. A questão é que o alto comprometimento da renda para pagamento das parcelas dessas dívidas pode levar ao não pagamento, que é o nosso próximo tópico.
O que é inadimplência?
A inadimplência é quando descumprimos o compromisso financeiro firmado.
O não pagamento pontual ou recorrente, além de tirar nosso sono e paz, compromete a pontuação de crédito (o famoso “score”, que é papo para outro dia), podendo prejudicar o perfil financeiro em análises de crédito e empréstimos futuros.
Além disso, a inadimplência pode também levar os órgãos de proteção ao crédito (como SPC, Serasa e Boa Vista) a restringirem o CPF. É quando popularmente dizemos que estamos com o “nome sujo” ou “negativado”, o que pode atrapalhar bastante nossa vida.
Um grau alto de endividamento pode levar à inadimplência, por motivos como:
- Falta de reserva financeira para lidar com imprevistos ou emergências (desemprego, doença, divórcio, falecimento de alguém próximo, etc);
- Desorganização financeira;
- Despreparo para as despesas sazonais (IPTU, IPVA, imposto de renda, rematrículas e material escolar, etc);
- Uso inadequado de cheque especial e cartão de crédito;
- Consumismo e transtornos emocionais relacionados ao dinheiro.
Em resumo
Como você viu, endividamento e inadimplência são temas distintos e que fazem parte do nosso dia a dia. Nem sempre a dívida em si é ruim. A grande questão é quando elas comprometem demais a nossa renda, levando à inadimplência.
Infelizmente isso tem acontecido frequentemente e cada vez mais e com a população brasileira. Então, se você concluiu que está prestes a ficar ou já está inadimplente, não se sinta só e conte conosco para sair dessa, tudo bem?
A melhor forma de você enfrentar e passar por esta fase, é ter alguém com conhecimento do seu lado. Então, não perca mais tempo e peça ajuda, tem sempre um Planejador Financeiro Serafin te esperando.

Celia Badari, Planejadora Financeira Serafin
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